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Assistente Virtual

Você que está pensando em desenvolver a atividade de Assistente Virtual, vê nela a possibilidade de um futuro promissor, aliado ao fato de poder dedicar-se a ela, diretamente de sua residência, em regime de home office.

Realmente, isso é muito bom, sobretudo se pensarmos naqueles(as) profissionais que perderam seu emprego, ou que tiveram que se afastar do mercado de trabalho, e precisam conciliar a estada em casa com uma atividade que lhes dê prazer, que seja estimulante, mas, também e muito importante, que lhes propicie um rendimento, senão para o sustento total, pelo menos para fazer frente a algumas despesas da casa.


Mas, afinal, o que é ser um(a) Assistente Virtual?

Trata-se de um conceito novo de trabalho, surgido nos Estados Unidos no final dos anos 90, sendo bastante difundido, e aplicado, naquele mercado.


Um(a) Assistente Virtual é aquele(a) que desenvolve serviços de secretaria, principalmente administrativos, de modo remoto, fazendo do computador o seu instrumento básico de trabalho e de comunicação com os seus clientes.


É alguém que recebe as demandas e que se auto-gerencia na sua execução.


Porém, como toda e qualquer profissão – embora não seja uma profissão e sim uma atividade – não basta apenas o querer fazer para garantir o sucesso do negócio.

Há que se considerar diversos fatores que impactarão positiva ou negativamente no desenvolvimento da atividade.


Como passo inicial, antes - muito antes! - de toda e qualquer tomada de decisão, você deve se perguntar:


1. Desejo mesmo trabalhar em casa?
2. Vou me adaptar trabalhando sozinho(a)?
3. Estou disposto(a) a correr o risco do insucesso do negócio?
4. Terei persistência o bastante?
5. Estou ciente de que terei que trabalhar mais do que se trabalhasse em um emprego formal?
6. Minha condição financeira atual me possibilita esperar que o negócio prospere?


Pois bem! Diante de tantos questionamentos, espero ter deixado você em dúvida sobre se quer ou não trabalhar como Assistente Virtual.

Ficou em dúvida? Que bom! É sinal de que você quer dar um passo consciente rumo ao seu sucesso profissional.

Este é o momento, então, de você avaliar o seu perfil empreendedor.

Para isso, sugiro os cursos do SEBRAE. São cursos gratuitos, compactos, à distância via internet, e que utilizam uma metodologia de fácil compreensão e assimilação. O endereço é:



Sugiro que você comece com o AE – Aprender a Empreender. Tenho certeza de que você vai adorar o curso. Ele vai levar você a pensar sobre sua escolha e até a vislumbrar outras possibilidades de negócio, dependendo do seu perfil empreendedor.


Feito o curso, que é extremamente rápido, espero que você tenha a certeza de que quer desenvolver a atividade de Assistente Virtual.

Mas, espere aí! Não é assim tão fácil. Tomou a decisão, viu que é empreendedor e basta. Não, não mesmo!


Agora você precisa planejar o seu negócio e, para isto, há outro curso do SEBRAE que eu recomendo: IPGN – Iniciando um Pequeno Grande Negócio. Este curso é muito bom. Nele você vai aprender, por exemplo:
- Identificação de oportunidades de negócio;
- Análise de mercado;
- Análise financeira;
- Concepção dos produtos e serviços.

Faça-o todo. Leve-o a sério e se dedique, pois ele vai ser muito importante mais adiante, quando você pensar, por exemplo, em divulgar e, principalmente, precificar o seu trabalho.

Terminado o curso (você encontrará outros mais no site que também poderá fazer), espero que você esteja certo(a) do que você quer e das reais possibilidades de atingir o seu objetivo.

Ok? Então vamos lá, vamos à luta.


Agora você deverá ir a uma unidade do SEBRAE. Lá há consultores especializados que irão orientá-lo(a) sobre o seu negócio. Se você não puder falar com um consultor, converse com a bibliotecária de plantão que ela irá lhe fornecer literatura adequada ao seu ramo de negócio. Leia, pesquise estatísticas de sucesso e de insucesso.

Estou feliz por você, pois, neste momento, acredito que você já tenha as respostas aos questionamentos que fiz no início:

1. SIM, eu desejo mesmo trabalhar em casa.
2. SIM, vou me adaptar trabalhando sozinho(a).
3. SIM, estou disposto(a) a correr o risco do insucesso do negócio.
4. SIM, terei persistência o bastante.
5. SIM, estou ciente de que terei que trabalhar mais do que se trabalhasse em um emprego formal.
6. SIM, minha condição financeira atual me possibilita esperar que o negócio prospere.

PARABÉNS!


Você já pode abrir o seu negócio como Assistente Virtual.

Sugiro que você contate um contador sobre a melhor opção de empresa a ser aberta. Se você optar por um negócio mais modesto, com menos impostos a pagar, então o melhor é registrar-se como MEI – Micro Empreendedor Individual.


Você encontrará orientações no Portal do Empreendedor.

www.portaldoempreendedor.gov.br

Se você quiser tomar as providências sozinho(a), é muito fácil, pois no portal há esclarecimentos passo a passo. É importante que você constitua uma empresa, tenha CNPJ e nota fiscal, pois ela será necessária quando você for prestar serviços a empresas.

Quando do registro, você já terá que ter o nome da empresa. Embora o registro, no caso de MEI, seja o seu nome e o seu CPF, existe a possibilidade de que você registre um nome fantasia.

Feito isto, sua empresa já está devidamente constituída e regularizada.

A partir deste momento, é com muita satisfação, que comunico que
você é um(a) Empresário(a).


 
Já que você chegou até aqui, merece um descanso, que não deverá ser muito longo pois, em próximos artigos, vamos debater sobre as tarefas que envolvem a atividade de um(a) Assistente Virtual e a precificação dos serviços.

 Para finalizar, saliento que este texto tem a pretensão de ser, tão somente, um guia das etapas pelas quais passei para desenvolver o meu negócio, havendo publicações no mercado que poderão servir de embasamento.

Até o próximo capítulo!

Alzira Gomes



2 Responses so far.

  1. meirinha says:

    Obrigada!finalmente encontrei as palavras que precisa ouvir(ler).
    Gde abraço.
    Meire

  2. Já estou trabalhando assim. Só acho que os empresários ficam receiosos de contratar alguém que eles não conhecem e ainda trabalhar em casa. Tenho encontrado dificuldades para divulgar meu trabalho. Alguma sugestão?

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